Direção: Rafael Amorim

Duração: 25′

Recife

2017

Em um complexo portuário e industrial, a população enfrenta o processo de gentrificação do território. A resistência é a terra.

“Uns escutam raízes, outros sussurram, a Terra se abre em gretas, grita. Nanã reimagina o cotidiano no território em trânsito de Suape em Pernambuco, conectado as forças sutis e violentas que o atravessam. Articulando a denúncia de ações mundanas com o anúncio de um mundo por vir. O filme de imagens-sons-re-encanta o mundo ao recriá-lo.”

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